quarta-feira, 14 de maio de 2008

What’s Driving Oil Higher? It’s the Dollar, Stupid!

In this article, I will debunk the many articles that attribute inflation to rising prices and rising oil prices to nefarious OPEC nations that squeeze production and gouge Western nations. With the use of four charts, I can explain most succinctly what is the predominant factor in contributing to rising oil prices.

May 14, 2008 Stock Market Recap

May 14, 2008 Stock Market Recap

We saw sellers defend the 200-day moving averages (and other resistance levels) again today. I don’t know what caused the afternoon selling but it wouldn’t surprise me if it was related to options expiration.

The Nasdaq spent a good part of the day hovering right around its 200 DMA before popping several points above it. But that turned out to be a head-fake when selling kicked in at 2:00. The result was a shooting star candlestick that closed beneath two important levels — the nice round number of 2,500 and the 200 DMA. As I noted in the chart, today will go down as an up day on higher volume but the real volume surge was due to late-day selling.

The S&P failed today near last week’s highs. The index has spent this month coiling between resistance around 1422 and its March trendline, which is quickly rising toward 1422. So I continue to watch for one of those lines to break.

The Russell 2000 also had shooting star-like action today and actually closed down on the day.

The Dow peaked just shy of 13,000 and its 200-day moving average today. This is its fifth run at the 200 DMA this month.

Trend Table

No changes

Trend Nasdaq S&P 500 Russell 2000
Primary Down Down Down
Intermediate Up Up Up
Short-term Up(+) Up(+) Up(+)

(+) Indicates an upward reclassification today
(-) Indicates a downward reclassification today
Lat Indicates a Lateral trend

*** I’m simply using the indices’ relations to their 200, 50 and 10-day moving averages to tell me the long, intermediate and short-term trends, respectively.

Post from: Trader Mike's Blog

May 14, 2008 Stock Market Recap

Recessão não chega e EUA já vêem risco menor de contração

Kelly Evans e Justin Lahart, The Wall Street Journal

Essa, pelo menos, é a visão de um número cada vez maior de economistas, inclusive alguns que até pouco tempo atrás diziam que a recessão era praticamente inevitável. A melhora nos mercados de crédito e ações desde que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) interveio para impedir a quebra do Bear Stearns, no início de março, junto com uma série de indicadores econômicos menos ruins do que se esperava, começaram a mudar as atitudes.

Economistas dizem que a ameaça de recessão diminuiu em parte por conta da rápida resposta das autoridades, o que inclui um corte modesto na taxa básica de juros pelo Fed e um estímulo fiscal sob a forma de restituição extra de impostos a milhões de americanos.

"Há alguns meses, parecia que estávamos em um abismo", diz Jay Brison, economista do banco Wachovia, referindo-se ao congelamento do mercado de crédito e ao colapso do Bear Stearns. "As coisas mudaram. (...) Os números que temos visto recentemente não têm sido tão ruins como fomos levados a acreditar alguns meses atrás."

O Wachovia avalia a possibilidade de recessão em 45%, ante 90% em abril, e espera um crescimento anualizado de 0,6% do Produto Interno Bruto no primeiro trimestre - confirmando estimativa do governo - e no segundo, e de 1,2% no terceiro e no quarto. Embora o banco não veja sinais de recessão, acredita que a taxa de crescimento será muito lenta no ano que vem.

De fato, ainda há sinais de alerta de sobra, como se viu na forte queda na confiança do consumidor e em pesquisas que refletem grandes preocupações entre os eleitores. A alta dos alimentos e de outras commodities está levando os americanos a cortar os gastos e intensificando o temor de inflação. Os preços dos imóveis residenciais continuam a cair, e muitos economistas acreditam que isso vá coibir o consumo nos próximos meses.

Ontem, o presidente do Fed, Ben Bernanke, advertiu que as condições do mercado "ainda estão muito longe do normal", ainda que tenham melhorado.

Ainda assim, Bryson e outros economistas observam que, apesar de dois importantes pilares da economia americana, o mercado de trabalho e o consumo das famílias, terem fraquejado, não entraram em colapso, como aconteceu em recessões passadas. Ontem, o Departamento de Comércio dos EUA informou que as vendas no varejo caíram meros 0,2% em abril, em relação a março - declínio que se deveu em grande parte a uma forte redução nas vendas de automóveis. Excluindo os automóveis, as vendas no varejo subiram 0,5%.

A perda de empregos, por sua vez, foi menos severa do que é comum em recessões. E muitos economistas acham que a estimativa inicial de crescimento do PIB no primeiro trimestre (de 0,6% anualizados) será revista para cima.

Depois de analisar as informações de vendas no varejo, economistas da firma de previsões econômicas Global Insight estimaram que o PIB cresceu a um ritmo anualizado de 1%. Eles previram que o consumo continuaria a crescer, em parte por conta do estímulo fiscal.

Em fevereiro, a Global Insight se juntou aos bancos Goldman Sachs, Morgan Stanley, UBS e Marrill Lynch ao declarar que os EUA estavam em recessão. Agora, seu diretor Brian Bethune diz que, embora a firma ainda preveja uma recessão, "é concebível que possamos evitá-la", graças à "resposta firme das autoridades" desde que ele e outros começaram a advertir sobre os riscos da economia americana.

Bruce Kasman, economista-chefe do JP Morgan, diz que, se antes parecia claro que a economia americana caminhava para uma recessão, agora há pequenas chances de recessão. "Ainda que haja efeitos negativos significativos da crise de crédito e do aumento nos custos de energia, a economia se mostra resiliente."

A definição comum de recessão é de dois trimestres seguidos de contração do PIB. Mas o Escritório Nacional de Pesquisa Econômica - entidade sem fins lucrativos tida como árbitro oficial do início e do fim de uma recessão nos EUA - a define como queda significativa da atividade econômica no PIB, renda, emprego e vendas no varejo com duração de alguns meses.

John Lonski, economista-chefe da Moody's, diz que as informações recentes sobre o mercado de trabalho e os sinais de que a crise no crédito se amenizou em Wall Street o deixaram menos pessimista. Na mais recente pesquisa do WSJ.com com economistas, feita em maio, ele disse que a probabilidade de recessão estava em 60% - ante 90% na pesquisa de abril.

"As evidências recentes sugerem que há uma chance de que a economia se estabilize antes mesmo do verão", ou do terceiro trimestre, diz. Em média, os 55 economistas ouvidos na pesquisa feita este mês disseram que a probabilidade de recessão era de 62,7%, ante 70%.

Os pedidos de seguro-desemprego - que costumam ficar bem acima dos 400.000 por semana durante recessões - têm ficado bem abaixo desse nível, e caíram na semana passada. Soma-se a isso o fato de a economia não estar assistindo ao corte de centenas de milhares de postos de trabalho por mês, o que é bem comum num período de retração econômica. Em abril, os empregadores cortaram apenas 20.000 postos de trabalho, e a taxa de desemprego caiu.

Até Alan Greenspan, ex-presidente do Fed, que havia dito que os EUA estavam "à beira de uma recessão" e diante "da pior" crise desde a Segunda Guerra Mundial, baixou o tom, dizendo que o país está numa "recessão bastante pálida". George Soros, que há algum tempo argumenta que os EUA rumavam para uma grande crise, observou recentemente que "a fase mais feia" da crise já passou.

Mas mesmo os economistas que mais animados dizem que os EUA caminham para um período de crescimento econômico modesto. "Acho que os problemas estão só começando", diz Drew Matus, economista do Lehman Brothers, referindo-se à alta da gasolina e ao aperto do crédito. Para ele, um período de estagnação prolongado pode ser pior que uma recessão.

Juros no Brasil: um ponto fora da curva mundial

Alcides Leite
Há nos bons manuais de economia e, sobretudo, na sabedoria dos agentes econômicos, uma máxima: "Na economia de mercado, os problemas acontecem quando os preços estão fora de lugar".

Esta máxima serve para o salário de um funcionário, para os produtos e serviços vendidos de um pequeno comércio ou grande multinacional e também vale para medir a adequação dos indicadores macroeconômicos de um país em relação à média de seus principais concorrentes e parceiros comerciais. Os indicadores macroeconômicos, portanto, representam, de alguma forma, o preço pago ou recebido, pelo agregado dos agentes econômicos de um determinado país.

O Produto Interno Bruto (PIB), que é o resultado da produção interna de todos os bens e serviços finais, representa o "faturamento" do país, ou seja, o preço médio de sua produção multiplicada pela quantidade produzida. A taxa de desemprego representa o custo pago pelo país ao manter um determinado contingente de trabalhadores na ociosidade. Já a inflação mede o aumento contínuo dos preços num determinado período, ou seja, mede a perda do poder de compra da moeda. O resultado do Balanço de Correntes representa o resultado das trocas internacionais entre o país e o resto do mundo, o que pode ser interpretado como a exportação líquida de riqueza para o exterior. O resultado fiscal do setor público representa a necessidade de financiamento que o aparato estatal necessita para seu funcionamento. A taxa básica real de juros de curto prazo representa o preço do aluguel do dinheiro no país. E assim por diante.

Diante disso, cabe perguntar: na economia brasileira, quais são os preços que estão fora de lugar? Ou que indicadores macroeconômicos destoam da média mundial?

Tomando como referência os últimos dados publicados pela revista "The Economist", verificamos que a média do crescimento do PIB esperado para 2008 é de 1,54% nos países desenvolvidos (Alemanha, Canadá, Espanha, Estados Unidos, França, Japão, Inglaterra e Itália) e de 5,73% nos países em desenvolvimento, exceto Brasil (Argentina, Chile, China, Colômbia, Coréia do Sul, Índia, Indonésia, México, Peru, Rússia e Turquia). Para o Brasil, espera-se um crescimento do PIB de 4,5% em 2008. O comportamento dele neste quesito não difere muito da média dos países em desenvolvimento e supera consideravelmente a média dos países desenvolvidos.

Quanto ao comportamento da inflação nos últimos 12 meses, os dados nos mostram que no grupo dos desenvolvidos foi registrada uma inflação média no varejo de 2,93%. E, no grupo dos emergentes (exceto Brasil), foi registrado um crescimento nos preços de 7,4%. A inflação no Brasil, nos últimos 12 meses atingiu 4,7%. Estamos, portanto, em situação bastante razoável neste quesito.

No que diz respeito ao índice de desemprego, os desenvolvidos registraram uma taxa de 6,31%; os emergentes (exceto Brasil) 7,95%; e o Brasil 8,7%. Também neste ponto, a nossa situação não está nada mal.

Relativo ao resultado em conta corrente como proporção do PIB, nos últimos 12 meses, os desenvolvidos apresentaram, em média, déficit de 1,26. Já os emergentes (exceto Brasil) apresentaram superávit de 1,06%. E o Brasil apresentou um déficit de 0,4%. Embora inferior ao resultado dos demais países emergentes, a situação das contas correntes brasileiras ainda não é preocupante.

O resultado fiscal nominal do setor público em relação ao PIB atingiu um déficit médio de 1,74% nos países desenvolvidos; um superávit médio de 0,11% nos emergentes (exceto Brasil); e um déficit de 1,8% no Brasil. Neste ponto, nossos resultados diferem significativamente dos países emergentes, porém se situa próximo daqueles dos países desenvolvidos.

Por fim, quando comparamos a taxa básica real de juros de curto prazo, isto é, a taxa básica de juros de curto prazo descontada a inflação prevista para os próximos 12 meses, chegamos aos seguintes resultados: 0,84% ao ano nos países desenvolvidos; 0,90% ao ano nos países em desenvolvimento (exceto Brasil); e 6,73% ao ano no Brasil.

A análise comparativa nos mostra que há, de fato, um preço que está totalmente fora de lugar no Brasil. Um ponto totalmente fora da curva. Uma anomalia internacional. Trata-se da taxa real de juros, ou do preço do dinheiro, que no Brasil é cerca de 7 a 8 vezes mais caro que no resto do mundo. Será que todo o mundo está errado e o Brasil certo? Cabe ao Banco Central, órgão responsável pela política monetária no Brasil, responder esta questão.

Alcides Leite Domingues é professor de Mercado Financeiro da Trevisan Escola de Negócios

E-mail: alcides.leite@trevisan. edu.br

Mantega detalha recursos do fundo soberano

Arnaldo Galvão, de Brasília
O Fundo Soberano do Brasil (FSB), segundo explicou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, terá duas pernas: o Fundo Fiscal de Investimentos e Estabilização (FFIE), que vai abrigar o excedente do superávit primário, cujo valor ainda será definido pelo presidente da República; e uma perna financeira, mediante à qual o Tesouro Nacional, gestor do FSB, emitirá títulos da dívida pública e os reais captados serão utilizados para comprar dólares no mercado doméstico. Esses dólares serão remetidos para o exterior, para aquisição de ativos, seja papéis da subsidiária do BNDES no exterior ou outros ativos. Com esses dois instrumentos, o governo pretende apoiar interesses estratégicos do país no exterior, aumentar a rentabilidade dos ativos públicos, formar poupança pública e diminuir a quantidade de dólares disponíveis no mercado interno e, assim, reduzir a valorização da moeda.

Segundo Mantega, na prática, a criação do FSB equivale a aumentar o superávit primário, embora esteja mantida a atual meta para o setor público consolidado - 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB). A característica de ampliar a poupança pública foi comparada a um "cofrinho". "Com o excedente, colocamos dinheiro no fundo. Vocês não têm um cofrinho em casa?", indagou. Ele explicou que os valores destinados ao fundo soberano ficarão fora do cálculo do superávit primário, mas esses recursos não serão gastos.

O ministro indica que o governo já vem fazendo um esforço fiscal acima da meta estabelecida. Nesse cenário, garantiu que o país continuará crescendo e o governo seguirá arrecadando. Mantega citou, como exemplo, o resultado fiscal do governo central no primeiro trimestre. Nesse período, foi registrado superávit nominal, o que significa sobra de dinheiro (R$ 3 bilhões) mesmo após o pagamento de juros. Mas a perspectiva para o final do ano é de déficit nominal.

No aspecto das diretrizes de aplicação do FSB, as compras de debêntures e títulos representativos de ativos financeiros terão de observar parâmetros de risco. Os projetos aprovados deverão ter rentabilidade mínima equivalente à taxa Libor. Com gestão do Tesouro, o fundo soberano será operado por uma instituição financeira federal. BNDES e Banco do Brasil têm experiência nessa atividade.

Originalmente imaginado como um fundo soberano para comprar dólares no mercado interno e adquirir ativos no exterior, somente nos últimos dez dias é que sua criação assumiu também contornos fiscais, como resposta do governo à demanda por maior controle dos gastos públicos. Principalmente depois que o presidente Lula ouviu do economista Luiz Gonzaga Belluzzo, o reforço à tese do esforço fiscal adicional para ajudar o trabalho do Banco Central no controle da inflação.

O FSB terá um conselho deliberativo que vai definir forma, prazo e natureza dos investimentos, tal como uma empresa estatal. O Congresso receberá, semestralmente, um relatório de desempenho do fundo. Mantega não revelou se o governo vai publicar uma medida provisória ou se enviará um projeto de lei. Ele também afirmou que ainda não está definido o valor inicial do FSB, mas um decreto presidencial vai estabelecer um teto provavelmente como uma porcentagem do PIB. O fundo terá dotação orçamentária, cujas fontes serão primárias (receita tributária), emissão de títulos e outras disponibilidades.

Os dois objetivos do FFIE serão formar poupança pública a partir do excedente do superávit primário e absorver flutuações dos ciclos econômicos. Esse é o caráter anticíclico. O FFIE será privado, operado por instituição financeira federal, mas terá o governo como único cotista. Seu patrimônio será separado dos ativos da União e estará subordinado a direitos e obrigações próprias. Esse Fundo Fiscal de Investimentos e Estabilização não poderá comprar papéis de empresas privadas, mas terá autorização para comprar papéis de empresas públicas lançados no exterior.

Como o Brasil tem recebido forte fluxo financeiro, Mantega disse que estão presentes as condições para que o país seja o 36º no mundo a ter um fundo soberano. A inspiração é dos modelos chileno e russo. Nessa avaliação, não é necessário ter superávit nominal. Além disso, o país é credor externo, tem reservas de US$ 200 bilhões e há perspectiva de expressivas reservas petrolíferas. Recentemente, foi promovido pela Standard & Poor's ao grau de investimento.

O apoio a interesses estratégicos no exterior passa pela internacionalização de empresas brasileiras e o FSB pode atuar como o Eximbank americano, financiando compradores de produtos brasileiros. Um dos exemplos citados é o da compra de debêntures do BNDES. Esse "interesse estratégico", segundo o ministro, significa o Brasil assumindo papel protagonista e, havendo excesso de dólares no país, usá-los de forma produtiva, obtendo rendimento maior que o das reservas internacionais.

No âmbito cambial, o fundo soberano vai enxugar dólares do mercado e destinar esses recursos a aplicações mais rentáveis que as de perfil conservador das reservas internacionais administradas pelo Banco Central. Mas Mantega garantiu que não vai faltar harmonia entre BC e Tesouro porque, atualmente, as duas instituições já fazem isso com alguns limites.

Apesar de não ter revelado o valor inicial destinado ao FSB, o ministro afirmou que o montante será "robusto" e conviverá com o volume das reservas internacionais, atualmente em US$ 197 bilhões. Elas poderão continuar crescendo. "Não há um volume ideal de reservas. O ideal é que seja um volume grande", comentou.

Mantega disse que o limite definido por decreto vai servir para sinalizar que não será um "superfundo". Mas admitiu que, uma vez confirmadas as reservas de petróleo na camada submarina do pré-sal, o governo terá de adaptar as normas do fundo para receber parte dessas receitas.

A conciliação entre o objetivo anti-cíclico e o apoio à internacionalização de empresas brasileiras não foi esclarecida com precisão pelo ministro. Ele limitou-se a dizer que o fundo soberano terá ativos financeiros líquidos, como, por exemplo, papéis do BNDES. Mas Mantega procurou ressaltar que não acredita em uma necessidade abrupta de recursos. "Não vislumbro, mas, num momento futuro, talvez, ocorra alguma redução do crescimento e, nesse caso, há esse fundo soberano com suas reservas", afirmou.

A criação do FSB teve, segundo o ministro da Fazenda, participação e aprovação do presidente do BC, Henrique Meirelles. Ele também negou que a iniciativa seja apenas uma complexa engenharia financeira para capitalizar o BNDES. "Já faz algum tempo que o presidente Lula quer criar o fundo soberano."

Microsoft Surface Model Now American Gladiator

Microsoft Surface Model Now American Gladiator

Remember that Microsoft Surface model? The one that was a competitor on American Gladiators last season and actually managed to win the whole thing? She's actually a Gladiator now (her name is Jet), and really beefed up for the part. We would make a multi-touch joke here, but she'd break our fingers off and shove them into our eyeballs, so we won't. Hit the jump for her new photo.

[American Gladiators]

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Get Vista's Best Features in XP

Get Vista's Best Features in XP


Despite the fact that most of you prefer XP to Vista and would rather Microsoft extended XP's shelf-life, several new and improved features available in Vista would be great to have in XP. This new functionality may not be enough to get you to switch to Vista, but that doesn't mean you're out of luck. Let's take a look at a few ways you can incorporate Windows Vista's best features into your current XP PC for free.

We're going to focus on Vista's small and large features that are missing from XP, separated into three categories: applications, functional, and aesthetic (e.g., transparency is aesthetic, the new start menu search is functional). This list is not exhaustive, but it does cover the features readers feel make Vista worth it.

Bring Vista's Best New and Improved Apps to XP

First, aside from some of the small operating system improvements we'll go into below, Vista also bundles up a few new and improved applications worth mentioning.

breadcrumbs.pngA Better Explorer: Windows Explorer is one of the most improved applications in Vista, thanks to added features like breadcrumb navigation, better file previews, and more. There are a few add-ons that add some of these better functional adjustments to Explorer, but in general XP users might want to consider replacing XP's Explorer altogether with something like Xplorer2 (original post) or significantly beefing it up with a tool like QT TabBar (original post). You can also get that saucy breadcrumb navigation alone with Explorer Breadcrumbs (original post).

truecrypt.pngEncrypt Your Hard Drive: Some versions of Vista—toward the Ultimate end of the scale—come with a new drive encryption software called BitLocker built in. If you're keen on security and encryption but you want to stick with XP, check out the free, open source TrueCrypt (original post). If you need a little help getting started, check out our guide to encrypting data with TrueCrypt.

snipping-tool.pngTake Quick and Easy Screenshots: PrtScrn has been around forever, but it's never been the most user-friendly way to get a screenshot. In Vista, Microsoft threw in a screenshot utility called the Snipping Tool. Fact is, if better screenshots are important to you, there are gobs of excellent free screenshot apps available for XP like Screenshot Captor (original post), Clip2Net (original post), and Jing (original post), among many others.

Bring Vista's Best Functional Features to XP

winflip.pngTask-Switching à la Flip 3D: Vista's Flip 3D is like Alt-Tab on steroids, displaying full previews of each window as you move through it. To a large extent it's eye candy, but it can also be really useful in finding the right window when you're switching from your keyboard. Freeware applications like Shock Aero 3D (original post) and WinFlip bring the same 3D shuffling (and then some, in the case of WinFlip) to to your XP desktop.

vistart.pngIntegrated Start Menu Search and Launch: Dubbed Instant Search by Microsoft, this new feature adds a search box to the Windows Start menu for quick searching and launching of documents and applications. If you want to port this same functionality to XP, you can do so with apps like ViStart (original post) or Vista Start Menu (original post)—an extraordinarily beefed up version of the Windows Start menu. Then again, if you're not stuck on the notion of a search-and-launch box built directly into the Start menu, you can't go wrong with Launchy or Google Desktop Search.

Replace the Windows Sidebar: Third-party tools similar to Windows Sidebar and Gadgets pre-dated Vista, so you can trade in desktop real estate for the same functionality with SideSlide (original post) or the Google Desktop Sidebar.

xentient.pngLive Thumbnail Previews of Files: Vista does a nice job of providing thumbnail previews to most image files and even text files, and while XP does have similar functionality, it's not as advanced as Vista's. Freeware application Xentient Thumbnails (original post) creates live thumbnails for virtually all images, and if you want a more intimate look at the innards of text and other files without opening them, check out InfoTag Magic (original post).

eboostr.pngSpeed Up Your System with a Thumb Drive: Windows ReadyBoost speeds up your performance by using a USB thumb drive as system memory, and while nothing beats an actual RAM upgrade, XP users can check out eBoostr (original post) to bring the same functionality to XP.

Streamline Your File Renaming: Microsoft got smart in Vista and changed the behavior when you hit F2 to rename a file, selecting only the name of the file and leaving the extension alone. For a very simple integration of this feature into XP, check out the Better Rename utility. Alternately, if you feel like adding this feature and beefing up Windows Explorer on top of that, you can get the same renaming behavior in Xplorer2 (original post) or QT TabBar (original post).

preview.pngTaskbar Window Previews: If you like how Vista offers handy little thumbnail previews of windows when you hover over their taskbar item, freeware application Visual Tooltip (original post) brings the same goods to XP.


Give XP that Vista Look


aero.pngUltimately, despite all the little feature improvements Vista can throw your way, a new operating system's biggest selling point is often the eye candy—in Vista's case, Aero. There are a lot of tools available that can help you theme XP to look more like Vista, though often users of such applications see mixed results, so proceed at your own risk.

Probably the most comprehensive XP-to-Vista tweaker is the Vista Transformation Pack, which transforms everything from the Start menu and Control Panel to icons.

For a less full-on approach, you could try out skinning utility Uxtheme Patcher with one of several themes from art web site deviantART (like this one or this one) to make XP look and feel more like Vista.

Isn't There More to It Than That?

There are surely some under-the-hood changes in Vista that you won't get from these simple upgrades, but let's be honest: You care about the features, not the underlying code. And since you can get most of Vista's new features from the comfort of XP—and you can stick to XP as a quick, resource-light alternative to Vista—it looks like most of you won't be changing horses anytime soon.
If there's a Vista feature or an XP app you love that wasn't included in this list, let's hear about it in the comments. While you're getting the goods of Vista in XP, you may also want to take a look at how you can get the best of Firefox in Internet Explorer.


Adam Pash is a senior editor for Lifehacker who really only likes XP for its snazzy Media Center improvements. His special feature Hack Attack appears every Tuesday on Lifehacker. Subscribe to the Hack Attack RSS feed to get new installments in your newsreader.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Para que serve um fundo soberano?

Os fundos soberanos são entidades relativamente recentes. O primeiro data da década de 50 (1953) e foi criado pelo governo do Kuwait. Até há pouco (1990) existiam apenas 15 fundos soberanos. De lá para cá o número de fundos cresceu muito. Hoje as nações que têm fundos soberanos já são 35 e o número destes fundos é 46.

Os fundos soberanos, como o próprio nome indica, são instituições dos governos dos países que os criaram. Todas as nações que possuem fundos soberanos têm (ou tiveram) um fluxo de recursos em moeda estrangeira muito elevado. E todos viam-se com o mesmo dilema. Por conta de sua situação externa, acabaram por acumular um volume de reservas internacionais grande. O uso das reservas foi durante muito tempo o de estabilizar o valor (ou o poder de compra em moeda estrangeira) da moeda do país. Por esta razão, as reservas internacionais eram tradicionalmente investidas em instrumentos de renda fixa. Estes possuem liquidez normalmente elevada e têm valor de mercado de determinação relativamente simples, especialmente se são títulos de curto prazo. Ocorre que os países que criaram fundos soberanos tinham uma situação especial. Todos, por um motivo ou outro, viram que não precisariam lançar mão da totalidade de suas reservas para fins de estabilizar a moeda nacional. Justamente por isso, os países que têm fundos soberanos têm fontes estáveis de geração de recursos em moeda estrangeira: ou são ricos em recursos naturais (como o petróleo), ou são receptores líquidos de investimentos estrangeiros, ou são superavitários no balanço em transações correntes.

A necessidade do uso das reservas internacionais tem diminuído muito. Com efeito, os regimes de câmbio flutuante (e de metas para inflação) ficaram cada vez mais disseminados na década de 90. Reservas internacionais em regimes de câmbio flutuante têm bem menos utilidade.

Dessa maneira, os países viram-se acumulando moeda estrangeira em volumes mais do que suficientes para suas funções macroeconômicas tradicionais. Portanto, parte destes recursos não precisariam mais ser aplicados em títulos de renda fixa de curto prazo. A conclusão óbvia é que outro tipo de investimento, mais ilíquido e de prazo mais longo de maturação, pode ser feito. A vantagem clara destes outros investimentos é terem rentabilidade maior.

Note, no entanto, que as reservas internacionais fundamentalmente só existem para diversificar os ativos dos países: são recursos em moeda estrangeira. Mais ainda, são títulos que são representantes de aplicações do país no resto do mundo.

O Brasil está considerando a criação de um fundo soberano. Os primeiros anúncios foram feitos em outubro do ano passado. Uma vez que já temos quase US$ 200 bilhões em reservas, esta idéia é perfeitamente plausível.

Entretanto, pelo que foi divulgado, há vários problemas com a forma que o fundo soberano brasileiro terá.

Em primeiro lugar, o fundo será constituído de parte das reservas internacionais, mas também de recursos orçamentários. Observe que isto é diferente do que ocorre em outros países e destoa das razões que levaram ao grande volume de recursos existente em fundos soberanos internacionais.

Em segundo lugar, o fundo teria cinco funções (pelo menos): (i) absorção de dólares que entram no país, para conter a valorização do real; (ii) obter retorno superior ao proporcionado atualmente pelas reservas do Banco Central; (iii) financiar investimentos de empresas brasileiras no exterior: (iv) fazê-lo de forma subsidiada, cobrando juros inferiores aos que as empresas obteriam no exterior e também inferiores às taxas cobradas pelo BNDES (que são referenciadas à TJLP); (v) adquirir debêntures (ou títulos) do BNDES.

Os objetivos (i) e (ii) são os que os fundos soberanos de outras nações têm. No entanto, os objetivos (iii), (iv) e (v) são inovações que são indesejáveis.

Primeiro, um fundo soberano deve aplicar em ativos em outras partes do mundo, pois seu objetivo é justamente ter uma fonte de recursos em moeda estrangeira que seja distinto do país de origem. Desta forma, ao investir em uma empresa (privada ou pública) brasileira, este fundo não estará cumprindo sua função básica de diversificar as aplicações para o resto do mundo.

Segundo, ao fazer investimentos subsidiados, o fundo novamente deixa de seguir a lógica básica de trabalhar para obter os retornos possíveis, e poderia conflitar com o objetivo (ii), de conseguir retornos mais elevados que as reservas hoje têm.

Terceiro, ao pretender que os financiamentos sejam inferiores às taxas atuais do BNDES, que são referenciadas em TJLP, cria-se uma inconsistência: a TJLP é uma referência em reais e não em moeda estrangeira. De novo, algo muito fora dos padrões dos fundos soberanos existentes.

Quarto, ao comprar debêntures (ou títulos emitidos no exterior) do BNDES, há o mesmo problema que foi mencionado anteriormente: o fundo não está cumprindo seu papel básico de diversificar as fontes de recursos em moeda estrangeira. Além disso, se o BNDES hoje precisa captar no exterior (ou mesmo no Brasil), basta emitir títulos. Com certeza há muito mercado para emissões que são do governo federal (e o BNDES é 100% da União), como ficou demonstrado pelo sucesso da reabertura do título de 2017 (que teve taxas de 5,299% ao ano em dólares). Não há nenhuma necessidade do fundo soberano prover recursos para isso.

Por fim, pode ser que o governo tenha como estratégia aumentar recursos subsidiados a empresas nacionais (e ao BNDES). Isto já é feito através de fundos hoje existentes. Há mais de R$ 160 bilhões em fundos (constitucionais, de Desenvolvimento, de Amparo ao Trabalhador, FGTS, etc.) geridos pelo setor público federal. Destes, boa parte é emprestada para o BNDES ou para empresas a taxas subsidiadas. Ou seja, já há bastante incentivo deste tipo no Brasil. Se o governo deseja aumentar o recurso destes fundos (ou criar mais um outro), basta propor ao Congresso e aprová-lo. Mas não deve misturar a boa idéia de fazer um fundo soberano nos moldes que outras nações fizeram, com outros objetivos de natureza muito distinta.


Sérgio Ribeiro da Costa Werlang, Vice presidente executivo do Banco Itaú e professor da Escola de Pós-graduação em Economia da FGV, escreve mensalmente às segundas-feiras.

domingo, 11 de maio de 2008

How Do Painkillers Find & Kill Pain?

Matt Soniak

pain-killers.jpg

First, we need to make a distinction between the two main classes of painkillers, which are used for different situations and function via different mechanisms.

The first class is the narcotic opioid drugs. These are the heavy-duty drugs, like morphine and codeine, used to treat severe pain. They relieve pain in two ways: first by interfering with and blocking the transmission of pain signals to the brain, and then by working in the brain to alter the sensation of pain. These drugs neither find nor kill pain, but reduce and alter the user’s perception of the pain. They’re kind of like having an optimistic friend that says, “Hey man, everything will be cool. Nothing’s wrong. Here, look at this shiny, distracting thing!”

The other class is the aspirin drugs, like paracetamol and ibuprofen. These are the over the counter drugs we reach for whenever we’ve got a headache or a sore back. Throughout history, people all over the world were using botanical remedies for pain. The ancient Egyptians used leaves from the myrtle bush, Europeans chewed on hunks of willow bark and Native Americans did the same with birch bark. In the nineteenth century, scientists isolated the chemical in all these plants that gave them their pain relieving properties: salicin (which is metabolized to salicylic acid when consumed). They also discovered that these chemicals produced the side effect of horrendous digestive problems (which answers that other burning question, “Why is that Native American in that old commercial crying?”).

bayer.jpgEventually, a scientist at Bayer Pharmaceutical synthesized a less harmful derivative chemical, acetylsalicylic acid (ASA). Bayer dubbed it Aspirin and commercialized it. Hoffmann went on to develop a “non-addictive” substitute for morphine. The resulting product, heroin, was less successful than aspirin. [Bayer image courtesy of Wacky Packages.]

Despite its long history, we didn’t discover how aspirin works until the early 1970s. Unlike narcotics, aspirin drugs are real workhorses that actually go to the source of pain and stop it. When cells are damaged, they produce large quantities of an enzyme called cyclooxygenase-2. This enzyme, in turn, produces chemicals called prostaglandins, which send pain signals to the brain. They also cause the area that has been damaged to release fluid from the blood to create a cushion so the damaged cells don’t take any more of a beating. This cushion is the swelling and inflammation that goes along with our aches and pains. When we take aspirin, it dissolves in our stomachs and travels through the whole body via the bloodstream. Although it’s everywhere, it only works its magic at the site of cell damage by binding to the cylooxygenase-2 enzymes and stopping them from prostaglandins. No more prostaglandins means no more pain signals. The cells at the damage site, of course, are still damaged, but we’re left blissfully unaware.

This prostaglandin-stopping power is also why people take aspirin regularly to reduce the risk of heart attacks, since prostaglandins in the bloodstream can cause clotting. Additionally, aspirin reduces the production of thromboxane, a chemical that makes platelets, a type of blood cell, sticky. With aspirin in our systems, platelets make less thromboxane and are less likely to form a clot and block an artery.

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