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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Estimate Distances with Your Arm and This Rule of Thumb [MacGyver Tip]

Estimate Distances with Your Arm and This Rule of Thumb [MacGyver Tip]: "

Quick anatomy lesson: the distance between your eyes is one-tenth the length of your arm. This is important, because it helps you estimate the distance between yourself and any object of reasonably known size to a rather accurate degree.

Let's begin this with a confession: I can't estimate distances worth a darn. 100 ft, 300 ft, 20 m, I can't really do it. Thankfully with this trick, we can get pretty accurate distance estimates with only the tiniest bit of math, a general idea of the size of the object you're estimating distance from, and an arm.

Basically, all you need to do to estimate a distance using this classic method is hold your arm out and stare at your thumb with an eye closed. Silly, yes, but it makes sense, because you'll switch which eye you look through and sort out how far the object appears to have 'jumped' to the side:

How far did it move? (Be sure to sight the same edge of your thumb when you switch eyes.) Let's say it jumped about five times the width of the barn, or about 500 feet. Now multiply that figure by the handy constant 10 (the ratio of the length of your arm to the distance between your eyes), and you get the distance between you and the barn — 5,000 feet, or about one mile.

Easy enough, and from a few quick tests with known distances, it appears to be accurate enough for ballpark figures.

The Old Farmer's Almanac has been around for as long as we recall, but it is still a great source for MacGyver-style tricks, even if this particular one requires no pens, matchboxes, or staples. Take a look at the link for more details on this estimation 'rule' and others and be sure to stop in the comments to share your oldie-but-goodie sort of tricks. Thanks, TechTalk WRLR 98.3FM!








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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Jogo simula compra e venda de ações na bolsa

Por Adriana Cotias, de São Paulo.

Um terremoto de intensidade máxima atinge Nova York e derruba as bolsas em Wall Street e ao redor do mundo. As empresas de telefonia fixa obtêm reajustes de 5% nas mensalidades básicas residenciais. Índios sabotam linha de trem que passa por reserva de mineradora brasileira. As petrolíferas recuam com a queda do barril do petróleo. Os bancos perdem depósitos e fecham as portas por conta de uma greve. Bolsas americanas despencam por novos problemas no setor imobiliário e arrastam os demais mercados.

Com tais cenários em perspectiva é o analista de sistemas Rafael Ballico, de 25 anos, quem leva a melhor nessa seqüência de pregões. Ele embolsa R$ 1,33 mil, depois de ter aplicado R$ 500,00. A estratégia foi concentrar os investimentos em empresas de telefonia, um setor mais defensivo, evitando assim os atropelos do ambiente externo.

Embora as notícias que motivaram os vaivéns dos negócios tenham alguma semelhança com o que os investidores têm observado no mercado, o lucro de Ballico é fictício e foi obtido no "Jogo da Bol$a", um brinquedo de gente grande que simula um pregão real e que será apresentado na Expo Money do Rio a partir de hoje. Criado pelo catarinense Elvis Cristiano Tolotti, é com a interferência de cartas-cenários para o mercado todo ou para quatro setores da economia - telefonia, mineração, petrolífero e bancário - que os preços oscilam para cima ou para baixo.

Logo na estréia, Ballico conseguiu um retorno de 160% para a sua carteira. Bem mais do que os amigos Renato Schiavinato Lopez, de 29 anos, Luciano Carlos Silva e Diego de la Valle, ambos com 26 anos. Profissionais da área de Tecnologia da Informação foi no tabuleiro tradicional - e não nos elaborados jogos eletrônicos ou nos pregões virtuais na internet, como seria de se esperar - que eles descobriram como se divertir com o sobe-e-desce das ações, em partidas regadas a cervejas e piadinhas de toda a sorte. "Aqui, a gente interage um com o outro e costuma ganhar mais dinheiro do que perder, o que não tem ocorrido de forma muito freqüente na vida real", lamenta Lopez.

Como aplicador, ele conta que conseguiu bons lucros quando começou a investir na bolsa em meados de 2007. Neste ano, porém, o seu patrimônio em renda variável já foi reduzido à metade, em operações de compra e venda mais ou menos rápidas, com giro em até 15 dias. Nas partidas, Lopez diz ter um perfil mais agressivo do que na Bovespa, pois procura ficar 100% comprado em ações. "Eu me exponho mais ao risco no jogo do que na hora de investir, até porque não tenho que me preocupar tanto com os prejuízos."

Como o mais velho da turma, Lopez acaba assumindo o papel de diretor de pregão. Depois que as ações de um certo setor da banca acabam, os jogadores podem negociar papéis entre si, mas ele estabelece que as ordens de compra ou venda podem ser executadas numa faixa de duas cotações para cima ou para baixo do valor corrente no mercado, o que equivale a oscilações de 20%. Pelas regras, quando uma ação vai a zero, ela fica numa espécie de "circuit breaker", parada, e só volta a ser negociada quando um determinado cenário ditar a valorização. Ao atingir os R$ 200,00, as ações automaticamente passam por um "split" (desdobramento), voltam a valer R$ 100,00, e os jogadores recebem uma nova ação daquele setor para cada uma que têm em carteira.

"Com o jogo, você começa a se familiarizar com os termos técnicos e entende como funciona a dinâmica do mercado", diz Luciano Silva, que tem tido mais sorte nas partidas do que nos investimentos. Ele entrou na bolsa bem na época em que o Brasil ganhou o "investment grade", o selo de investimento não-especulativo atribuído pelas agências de classificação de risco de crédito, e, desde então, só viu o seu investimento encolher. "Eu até imaginava que poderia haver uma pequena queda, mas não uma crise como esta, que tem sido comparada com o 'crash' de 29."

Além de combinar o lado lúdico inerente aos tabuleiros com o caráter educativo, a intenção do criador do Jogo da Bol$sa foi oferecer aos participantes uma espécie de treino psicológico. "As partidas servem para os investidores se auto-conhecerem, pois é comum ver durante o jogo comportamentos muito parecidos com os que os investidores adotam quando estão de fato aplicando na bolsa", diz Tolotti. Ironia do destino, ele conta que nunca venceu uma partida, pois as ações queimam na sua mão feito batata quente. A qualquer valorização ele vende os papéis e quando caem deixa os prejuízos se estenderem indefinidamente.

O economista Aquiles Mosca, autor de "Finanças Comportamentais - Gerencie as suas emoções e alcance sucesso nos Investimentos", título recém adicionado à coleção Expo Money, afirma que é de se esperar que os investidores repliquem no jogo as atitudes que tomam na vida real. "Fatores emocionais e comportamentais fazem com que as decisões (de investimentos) se distanciem do que recomenda a economia financeira tradicional", diz. Ele exemplifica que o ser humano tende a agir em conformidade com o seu grupo, o que desencadeia os chamados "movimentos de manada". Isso explica por que o Ibovespa subiu por cinco anos consecutivos e também a saída desenfreada atual, um sintoma de pânico que fez com que várias ações brasileiras passassem a ser negociadas abaixo do valor patrimonial. "O que está por trás disso é a prova social: se há muita gente fazendo tal coisa, você infere que há uma boa razão para isso", diz o economista.

No tabuleiro, os jogadores contam que conseguem ter um pouco mais de controle e até tentam lançar mão de iniciativas que seriam somente possíveis aos grandes aplicadores, os agentes conhecidos como "tubarões" (que movimentam grandes volumes e conseguem exercer influência sobre os preços), segundo o jargão do mercado. Concentrado no setor bancário, Silva lança, por exemplo, uma ordem de compra acima do valor atual no mercado. A estratégia não cola. Se fosse bem-sucedido, uma única aquisição valorizaria a maior parte do seu portfólio.

As partidas podem ser realizadas com dois a seis jogadores e o tempo é estabelecido pelos participantes: pode durar 20 cartas ou 30 minutos, por exemplo. No início, cada um recebe R$ 500,00 e pode ou não já comprar ações da banca, que inicialmente cumpre o papel de uma corretora numa oferta pública. O Jogo da Bol$a vem acompanhado de um glossário, que explica os termos técnicos mais usados. Nas diversas rodadas, também é possível ao participante se valer do aluguel de ações e ganhar dinheiro mesmo com o mercado em baixa. As cartas-cenários ainda incluem a análise técnica, trazendo padrões gráficos que sinalizam uma tendência para os ativos.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

What Is Warren Buffett's Investing Style?


by David Harper,CFA, FRM

If you want to emulate a classic value style, Warren Buffett is a great role model. Early in his career, Buffett said, "I'm 85% Benjamin Graham." Graham is the godfather of value investing, and introduced the idea of intrinsic value - the underlying fair value of a stock based on its future earnings power. But there are a few things worth noting about Buffett's interpretation of value investing that may surprise you.
First, like many successful formulas, Buffett's looks simple. But simple does not mean easy. To guide him in his decisions, Buffett uses twelve investing tenets, or key considerations, which are categorized in the areas ofbusiness, management, financial measures and value. (See detailed explanations below.) Buffett's tenets may sound cliché and easy to understand, but they can be very difficult to execute. For example, one tenet asks if management is candid with shareholders. This is simple to ask and simple to understand, but it is not easy to answer. Conversely, there are interesting examples of the reverse: concepts that appear complex yet are easy to execute, such as economic value added (EVA). The full calculation of EVA is not easy to comprehend, and the explanation of EVA tends to be complex. But once you understand that EVA is a laundry list of adjustments - and once armed with the formula - it is fairly easy to calculate EVA for any company. (Interested in what companies Warren Buffett is buying and selling? Check out Coattail Investor, a subscription product tracking some of the best investors in the world.) 

Second, the Buffett “way” can be viewed as a core, traditional style of investing that is open to adaptation. Even Hagstrom, who is a practicing Buffett disciple, or "Buffettologist", modified his own approach along the way to include technology stocks, a category Buffett conspicuously continues to avoid. One of the compelling aspects of Buffettology is its flexibility alongside its phenomenal success. If it were a religion, it would not be dogmatic but instead self-reflective and adaptive to the times. This is a good thing. Day traders may require rigid discipline and adherence to a formula (for example, as a means of controlling emotions), but it can be argued that successful investors ought to be willing to adapt their mental models to current environments. 

Business 
Buffett adamantly restricts himself to his "circle of competence" - businesses he can understand and analyze. As Hagstrom writes, investment success is not a matter of how much you know but rather how realistically you define what you don't know. Buffett considers this deep understanding of the operating business to be a prerequisite for a viable forecast of future business performance. After all, if you don't understand the business, how can you project performance? Buffett's business tenets each support the goal of producing a robust projection. First, analyze the business, not the market or the economy or investor sentiment. Next, look for a consistent operating history. Finally, use that data to ascertain whether the business has favorable long-term prospects. 

Management 
Buffett's three management tenets help evaluate management quality. This is perhaps the most difficult analytical task for an investor. Buffett asks, "Is management rational?" Specifically, is management wise when it comes to reinvesting (retaining) earnings or returning profits to shareholders as dividends? This is a profound question, because most research suggests that historically, as a group and on average, management tends to be greedy and retain a bit too much (profits), as it is naturally inclined to build empires and seek scale rather than utilize cash flowin a manner that would maximize shareholder value. Another tenet examines management's honesty with shareholders. That is, does it admit mistakes? Lastly, does management resist the institutional imperative? This tenet seeks out management teams that resist a "lust for activity" and the lemming-like duplication of competitor strategies and tactics. It is particularly worth savoring because it requires you to draw a fine line between many parameters (for example, between blind duplication of competitor strategy and outmaneuvering a company that is first to market). 

Financial Measures  
Buffett focuses on return on equity (ROE) rather than on earnings per share. Most finance students understand that ROE can be distorted by leverage (a debt-to-equity ratio) and therefore is theoretically inferior to some degree to the return-on-capital metric. Here, return-on-capital is more like return on assets (ROA) or return on capital employed (ROCE), where the numerator equals earnings produced for all capital providers and the denominator includes debt and equity contributed to the business. Buffett understands this, of course, but instead examines leverage separately, preferring low-leverage companies. He also looks for high profit margins

His final two financial tenets share a theoretical foundation with EVA. First, Buffett looks at what he calls "owner's earnings", which is essentially cash flow available to shareholders, or technically, free cash flow to equity (FCFE). Buffett defines it as net income plus depreciation and amortization (for example, adding back non-cash charges)minus capital expenditures (CAPXminus additional working capital (W/C) needs. In summary, net income + D&A -CAPX - (change in W/C). Purists will argue the specific adjustments, but this equation is close enough to EVA before you deduct an equity charge for shareholders. Ultimately, with owners' earnings, Buffett looks at a company's ability to generate cash for shareholders, who are the residual owners. 

Simplicidade pode garantir nota na redação no vestibular

Simplicidade pode garantir nota na redação no vestibular

Veja dicas da coordenadora de português do Etapa.
Texto deve ser claro, mostrando domínio da língua.

Simone HarnikDo G1, em São Paulo

Ampliar FotoFoto: Arquivo pessoal

O estudante de química Victor Yuzzo Yamao Guiotoku, que teve a redação entre as 30 melhores do vestibular da Unicamp. (Foto: Arquivo pessoal)

Simplicidade e clareza são atributos de uma boa redação no vestibular. Cumprir os dois requisitos ajuda o texto a causar boa impressão no corretor e pode garantir pontinhos extras. As recomendações são da coordenadora de português do Curso Etapa, Célia Passoni, e cabem muito bem na prova de redação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), aplicada no próximo domingo (16). 

“Na redação, você não deve ficar inventando. Não escreva períodos longos, porque você tende a se perder. Não junte informações em uma única frase”, afirma a professora. A dica, segundo ela, é que cada candidato pense como um leitor. “E o que o leitor quer? Quer coisas mais simples, mais claras e rápidas.”

 

Hoje estudante de engenharia química, no período noturno, Victor Yuzzo Yamao Guiotoku, 21 anos, teve sua redação no vestibular 2008 da Unicamp escolhida como uma das 30 melhores. Sua estratégia foi seguir a simplicidade, mas sem ser simplório.

 

“De forma geral, o vestibular exige muito que se consiga apresentar uma resposta de forma simples, mas que não seja banal. É preciso um bom domínio da língua. Mas também não é para fazer nada rebuscado”, diz. 

Número de parágrafos

De acordo com Célia, a redação ideal tem cinco ou seis parágrafos. “É um para abertura, dois ou três para o desenvolvimento do tema e o último para encerramento”, afirma. O modelo vale tanto para dissertações, quanto para narrações ou cartas – a Unicamp oferece as três possibilidades de texto e fica a cargo do candidato a escolha. 

 

Para Victor, a escolha da modalidade a ser desenvolvida é muito importante: “Um conselho que recebi e que funciona é não inventar algo na hora da prova. Você deve fazer o texto com o qual está acostumado – seja dissertação, carta ou narração”, afirma. A opção do agora universitário foi pela carta. 

Na hora da prova, vale ler muito bem o que é pedido e “partir para o ataque”. “A melhor arma para o vestibulando é a simplicidade e a leveza. Não escreva mais do que o necessário. Ninguém vai cobrar que você seja um grande escritor”, orienta Célia. Com atenção, é claro, para não escrever com garranchos, sem encher lingüiça e com precisão com a língua. 

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